quinta-feira, 26 de março de 2015

RELEITURA DE RETRATOS

Antes de todo o surrealismo, impressionismo e alegorismo ter surgido na arte contemporânea, já existia um artista italiano do século XVI que pintava muito à frente do seu tempo. Giuseppe Arcimboldo juntava vários objetos, animais, frutos e vegetais na sua pintura, dando origem a a rostos bastante renascentistas.
Muitos de nós conhecemos os retratos, mas não sabemos quem é o autor. E mais: não pensamos que quem pintou estes quadros já tenha vivido há quase 500 anos, de tão modernos que nos parecem.
Durante a sua vida Arcimboldo foi um artista de relevo: sabia que os frescos da catedral de Monza, em Milão, são, em parte da sua autoria? Trabalhou também para diversos reis: Fernando I de Viena, Maximilian II e Rudolf II de Praga e Augustos da Saxónia foram alguns dos seus clientes. Além de pintor, foi também decorador e estilista para as cortes mais prestigiadas da Europa.
Apesar da quantidade de trabalho mais tradicional que fez, os quadros que sobreviveram ao passar da História e que hoje conhecemos são aqueles em que os bustos dos nobres são "montados" com vegetais, frutas, raízes, animais e objetos quotidianos.
Devido a estas pinturas estranhas para a época, há até críticos de arte que pensam que Arcimboldo era mentalmente perturbado ou louco.
A sua obra haveria de influenciar, mais tarde no século XX, os pintores surrealistas, sendo redescoberto por Salvador Dalí. Inclusivamente em 1987 foi organizada em Veneza uma exposição de pintores surrealistas chamada "The Arcimboldo Effect". Octavio Campo, Shigeo Fukuda e Sandro del Prete são outros artista surrealistas que admitiram ser influenciados por este italiano renascentista.

 
Retratar pessoas é o tema da maioria dos pintores do passado....
Em estudo ao tema retrato os alunos do 8º ano pesquisaram a vida do artista GIUSSEPPE ARCIMBOLDO onde tinha uma maneira diferente de representar seus retratos.
Depois de analisar seus retratos os alunos juntamente com a professora de artes, Eliane Turrossi, produziram releituras usando elementos diversificados como: pétalas de flores, frutas, legumes, galhos secos, folhas etc.... 







 



terça-feira, 24 de março de 2015

NEGRITUDE

A Negritude tem a sua origem nos movimentos culturais protagonizados por negros, brancos, mestiços que, desde as décadas de 10, 20, 30 (século XIX), vinham lutando por renascimento negro (busca e revalorização das raízes culturais africanas, crioulas e populares) principalmente em três países das Américas, Haiti, Cuba e Estados Unidos da América, mas também um pouco por todo o lado.
A ideia de renascimento, indigenismo e negrismo surge como consequência das luzes e do romantismo, que levaram à abolição da escravatura e finalmente à possibilidade de, após a Revolução Francesa de 1789, os povos supostamente poderem assumir a liberdade e igualdade.
O termo "Negritude" aparece pela primeira vez escrito por Aimé Césaire, em 1938, no seu livro de poemas, "Cahier d'un retour au pays natal"; está intimamente associado ao trabalho reivindicativo de um grupo de estudantes africanos em Paris, nos princípios da década de 30, de que se destacam como principais responsáveis e dinamizadores Léopold Sédar Senghor (1906) senegalês, Aimé Césaire (1913), martinicano, e Leon Damas (1912), ganês. Estes autores da Negritude legaram-nos uma obra literária da máxima importância; mas foi Senghor que, com a Presidência do seu Pais (Senegal) e uma larga aceitação Ocidental (política literária e académica) contribuiu decisivamente para a divulgação da Negritude.





terça-feira, 10 de março de 2015

10 PASSOS PARA A FELICIDADE

A felicidade é um estado durável de plenitude, satisfação e equilíbrio físico e psíquico, em que o sofrimento e a inquietude são transformados em emoções ou sentimentos que vão desde o contentamento até a alegria intensa ou júbilo. A felicidade tem, ainda, o significado de bem-estar espiritual ou paz interior. Existem diferentes abordagens ao estudo da felicidade - pela filosofia, pelas religiões ou pela psicologia. O homem sempre procurou a felicidade. Filósofos e religiosos sempre se dedicaram a definir sua natureza e que tipo de comportamento ou estilo de vida levaria à felicidade plena.
A felicidade é o que os antigos gregos chamavam de eudaimonia, um termo ainda usado em ética. Para as emoções associadas à felicidade, os filósofos preferem utilizar a palavra prazer. É difícil definir, rigorosamente, a felicidade e sua medida. Investigadores em psicologia desenvolveram diferentes métodos e instrumentos, a exemplo do Questionário da Felicidade de Oxford,[1] para medir o nível de felicidade de um indivíduo. Esses métodos levam em conta fatores físicos e psicológicos, tais como envolvimento religioso ou político, estado civil, paternidade, idade, renda etc.
Este trabalho foi realizado com a turma do 2º ano do Ensino médio, juntamente com a professora Maria Rosa de Filosofia.












 

quinta-feira, 5 de março de 2015

CARTA ENIGMÁTICA (ESCRAVOS)

Primeiramente nesta aula a professora trabalhou com os alunos o conteúdo sobre os escravos e depois levou eles a
  •  Compreender o que é uma carta enigmática.
  •   Desenvolver a capacidade de decodificar e transpor (ortograficamente) os códigos contidos na carta.
  •   Trabalhar a capacidade de dispor o texto adequadamente no papel.
  •   Praticar a leitura que envolve sinais gráficos integrados à escrita alfabética.
  •   Diferenciar a escrita alfabética/ ortográfica de outras representações gráficas. 
  • Para finalmente juntar tudo no papel, fazer uma carta enigmática com o tema escravos.
Este trabalho foi desenvolvido na disciplina de história com a turma do 6º e 8º ano.